Sou Raquel Franck Barboza Lhullier, psicóloga há mais de duas décadas, CRP 07/15446, e trabalho com crianças e orientação parental, no presencial e online.
Sou atuante na capacitação de profissionais da infância como professora de pós-graduações há mais de uma década e conduzindo cursos e práticas meditativas como forma de cuidado com quem cuida.
Também sou autora e co-autora de diversos livros para crianças e suas famílias, assim como para profissionais serem auxiliados com recursos para as suas práticas clínicas.
Ao longo da minha trajetória, fui compreendendo que a infância precisa de espaços onde a sensibilidade possa ser escutada sem pressa, sem julgamento e sem a ideia de que há algo a ser consertado. Minha escolha pela Psicologia se aproxima desse olhar.
Entendo que emoções como medo, vergonha e inseguranças fazem parte da vida humana, e que muitas vezes as crianças precisam de espaços e orientações baseadas na ciência para ajudá-las a dar nome e expressarem o que ainda não conseguem explicar.
Minha própria relação com a sensibilidade, a maternidade, as práticas de atenção plena e os estudos sobre compaixão foram tornando minha escuta mais atenta, menos apressada e mais interessada nos encontros entre gerações e diferentes culturas.
Minha escuta é reflexiva, didática e afetiva. Gosto de construir um espaço em que a criança possa se aproximar do que sente por meio de conversas, brincadeiras, histórias e atividades com sentido clínico.
Técnicas que também envolvem o corpo em movimento e em repouso, buscando a atenção ao momento presente.
Também considero importante escutar os responsáveis e, quando necessário, outros contextos da rotina da criança, como a escola.
Não trabalho presa a rótulos, protocolos ou ferramentas isoladas. Em alguns momentos, o processo pede acolhimento. Em outros, pede orientação, psicoeducação e novas formas de compreender o que está acontecendo na família.
O cuidado se organiza nesse encontro entre vínculo, clareza e responsabilidade.
Brincadeiras, histórias, movimentos, práticas meditativas e atividades para acessar as necessidades da criança.
Pais e responsáveis são parte ativa do processo e irão participar de sessões com ou sem a criança dependendo da avaliação realizada, sua necessidade e idade.
Cada criança é vista dentro do seu contexto, história e momento — não encaixada em categorias. É única, independente se existem ou não hipóteses diagnósticas.
Minha formação sustenta a segurança com que conduzo esse trabalho — e se renova em cada encontro com cada criança e cada família.
Minha disponibilidade clínica nasce do meu percurso, mas se renova em cada encontro com cada criança e cada família. De cada presença atenta que cada momento pede.
A infância precisa de espaços onde a sensibilidade seja vista com respeito assim como a compaixão e a autocompaixão como o caminho.